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Ministra da Saúde “saiu satisfeita com o ponto de situação da obra” do novo Hospital Central do Alentejo

A Ministra da Saúde, Marta Temido, visitou, esta quinta-feira, as obras de construção do Hospital Central do Alentejo (HCA), na cidade de Évora

Numa altura em que a obra está a avançar, tendo agora entrado numa outra fase, com a utilização de explosivos, Marta Temido participou da reunião de obra que envolveu vários elementos da Administração Regional de Saúde do Alentejo, do Hospital do Espírito Santo, equipas de empreiteiros e da fiscalização, bem como a equipa de Eduardo Souto de Moura, arquiteto que assina o projeto.

A nova unidade hospitalar vai servir a população do Alentejo e representa um investimento de 183 milhões de euros, 40 milhões dos quais cofinanciados através do Programa Operacional Regional do Alentejo.

O HCA contará com cerca de 360 camas, capacidade que pode ser ampliada se necessário, e vai permitir a disponibilização de novas especialidades clínicas, até aqui inexistentes na região, como a medicina nuclear e a reumatologia.

A empreitada de construção teve início em agosto de 2021 e a conclusão do novo Hospital está prevista para o final de 2023.

ODigital.pt falou com a presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, Maria Filomena Mendes, que explicou que visita da Ministra da Saúde, “começou com uma reunião de obra e foi importante ter estado presente, para que assim a senhora ministra, que sempre defendeu e sempre apoiou a construção do novo Hospital Central do Alentejo pudesse também inteirar-se se no ponto de situação da obra e também visitar a obra.”

Já sobre o ponto da situação da obra de construção do novo hospital, Maria Filomena Mendes referiu que “a obra está a desenvolver-se ao ritmo normal”, revelando que “neste momento estamos ainda na fase da escavação, que é um período em todas as obras muito longo, mas que está a decorrer a bom ritmo, sendo que agora começámos com a aplicação de explosivos, porque o terreno é muito rochoso e, portanto, para além de toda a terra é preciso retirar porque temos três pisos que são enterrados e agora foi encontrada muita rocha e essa rocha é preciso também ser retirada”.

Questionada sobre se Marta Temido teria ficado satisfeita com o andamento da obra, a presidente da ARS Alentejo referiu que “eu posso partilhar que, no meu entendimento, a senhora ministra saiu satisfeita, não apenas com a reunião da obra que presenciou, mas também com o ponto de situação da obra.”

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