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Arrendamento cresce em Portugal no final de 2025, mas Évora perde oferta

A oferta de casas para arrendar em Portugal aumentou 11% no último trimestre de 2025, face ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo idealista. No Alentejo, a capital de distrito de Évora contrariou a tendência nacional, registando uma diminuição de 2% no stock disponível.

A oferta de casas para arrendar em Portugal aumentou 11% no último trimestre de 2025, face ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo idealista. No Alentejo, a capital de distrito de Évora contrariou a tendência nacional, registando uma diminuição de 2% no stock disponível.

De acordo com a análise, baseada em dados recolhidos pelo idealista/data, o crescimento da oferta verificou-se na maioria das capitais de distrito e regiões autónomas.

Évora entre as três capitais com redução da oferta

Entre as 17 capitais analisadas, 14 registaram aumento da oferta de casas para arrendar. Coimbra liderou as subidas, com um crescimento de 47%, seguida de Aveiro (45%) e Ponta Delgada (33%).

Em sentido inverso, apenas três capitais apresentaram redução do stock: Funchal (-14%), Santarém (-6%) e Évora (-2%). No caso da capital alentejana, a quebra foi a menos acentuada entre as cidades que registaram descida, mas confirma uma retração da oferta no mercado local.

Distrito de Évora apresenta ligeiro aumento

Apesar da descida na capital, o distrito de Évora registou um aumento de 3% na oferta de casas para arrendar ao longo dos últimos doze meses. A nível nacional, apenas dois territórios apresentaram crescimento do stock: a ilha da Madeira, com uma subida de 13%, e o distrito de Évora.

Em Faro, a oferta manteve-se estável.

Quebras generalizadas à escala distrital

No conjunto dos distritos e ilhas, a maioria dos territórios registou diminuição da oferta. As maiores reduções verificaram-se na Guarda (-35%), em Aveiro (-27%) e na ilha de São Miguel (-27%).

Também Coimbra (-24%), Braga (-17%), Vila Real (-16%), Viseu (-16%), Castelo Branco (-14%) e Santarém (-14%) apresentaram descidas significativas. Registaram-se ainda quebras em Leiria (-11%), Viana do Castelo (-11%), Lisboa (-10%), Porto (-8%) e Setúbal (-8%).

Segundo o idealista, os dados foram recolhidos e analisados pelo idealista/data, unidade de análise da empresa que utiliza uma base de dados própria, complementada com informação pública e privada, para apoiar decisões estratégicas no setor imobiliário em Portugal, Espanha e Itália.

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