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Agricultura: Preços dos bovinos registam subidas no Alentejo na última semana

As cotações dos bovinos registaram aumentos no Alentejo durante a semana 51, entre 15 e 21 de dezembro de 2025, com destaque para os novilhos e novilhas cruzados Charolês, segundo os dados do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA).

As cotações dos bovinos registaram aumentos no Alentejo durante a semana 51, entre 15 e 21 de dezembro de 2025, com destaque para os novilhos e novilhas cruzados Charolês, segundo os dados do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA).

De acordo com os dados divulgados, a cotação mais frequente de novilho e de novilha, com idades entre os 12 e os 24 meses, aumentou 0,20 euros por quilo de carcaça em várias áreas de mercado da região alentejana.

Subidas transversais nas áreas de mercado do Alentejo

No Alentejo Litoral, além da valorização dos novilhos e novilhas cruzados Charolês, registaram-se também aumentos nas cotações de vitelos, machos e fêmeas, entre os seis e os oito meses, com subidas de 0,30 a 0,40 euros por quilo em peso vivo.

Já no Alentejo Norte, as cotações dos novilhos e novilhas mantiveram a tendência de subida, embora se tenham verificado descidas em algumas categorias de vitelos mais jovens, nomeadamente nos animais entre os seis e os oito meses.

Beja, Elvas, Estremoz e Évora com valorização do gado

Na área de mercado de Beja, as cotações dos novilhos e novilhas cruzados Charolês subiram igualmente 0,20 euros por quilo de carcaça. Em Elvas, para além da valorização destas categorias, registou-se também um aumento de 0,10 euros por quilo na vaca de abate.

Em Estremoz e Évora, os dados indicam subidas nas cotações da vaca de abate e dos vitelos entre os oito e os doze meses, com aumentos significativos por unidade, particularmente nos vitelos machos.

Região mantém tendência positiva no final do ano

No conjunto da região Alentejo, o SIMA indica uma subida generalizada das cotações mais frequentes de novilhos e novilhas cruzados Charolês, bem como uma valorização da vaca de abate e do vitelo macho entre os oito e os doze meses.

Os dados agora divulgados confirmam uma tendência de valorização do mercado de bovinos no Alentejo no final de 2025, numa região que continua a assumir um peso relevante na produção pecuária nacional.

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