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Alentejo com menos casas à venda: Évora entre os distritos onde a oferta mais caiu

O número de casas à venda no Alentejo diminuiu no final de 2025, acompanhando a tendência nacional de retração da oferta habitacional. No distrito de Évora, o stock disponível caiu 16% face ao mesmo período de 2024, segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo idealista.

O número de casas à venda no Alentejo diminuiu no final de 2025, acompanhando a tendência nacional de retração da oferta habitacional. No distrito de Évora, o stock disponível caiu 16% face ao mesmo período de 2024, segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo idealista.

De acordo com o principal marketplace imobiliário do sul da Europa, a oferta de habitação à venda em Portugal desceu 13% no último trimestre de 2025, em comparação com o quarto trimestre de 2024.

Évora entre as maiores quebras a nível distrital

A análise por distritos e ilhas revela uma descida generalizada da oferta, com exceção da Guarda, onde o stock aumentou 7%. Entre as maiores reduções registadas encontram-se Coimbra (-18%), Leiria (-18%), Porto (-17%) e Évora (-16%).

No Alentejo, além de Évora, também Portalegre registou uma diminuição de 12% na oferta de casas à venda, enquanto em Beja a descida foi de 2%.

Capitais de distrito do Alentejo também em queda

No que respeita às capitais de distrito, Évora apresentou uma redução de 9% no stock habitacional disponível no último ano.

Portalegre registou igualmente uma descida de 9%, enquanto Beja verificou uma redução de 17% na oferta de habitação à venda.

A nível nacional, a oferta diminuiu em 18 capitais de distrito e regiões autónomas, tendo-se verificado aumentos apenas em Santarém (6%) e Viana do Castelo (1%).

Tendência nacional de retração da oferta

Os dados indicam que a descida do stock habitacional disponível à venda é transversal à maioria dos mercados analisados. No conjunto do país, o parque habitacional disponível para venda no último trimestre de 2025 registou uma quebra de 13% face ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o idealista, esta evolução confirma uma retração generalizada da oferta de casas à venda no mercado nacional.

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