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Companhia de Évora comemora Dia Mundial da Dança e reabre Black Box

Uma ‘masterclass’ ministrada por um bailarino da Companhia Nacional de Bailado e um espetáculo coordenado pela coreógrafa Nélia Pinheiro assinalam a reabertura, no dia 29, da Black Box da Companhia de Dança Contemporânea de Évora (CDCE).

Em comunicado enviado à agência Lusa, a CDCE revelou que, após a realização de obras, a sua sala reabre, precisamente, na data em que se comemora o Dia Mundial da Dança.

Após o fecho para obras, a sala volta a acolher espetáculos, residências, ações educativas e, essencialmente, público, cumprindo as regras” da Direção-Geral da Saúde “em relação à utilização dos espaços culturais”, frisou a companhia.

O programa comemorativo da Black Box e do Dia Mundial da Dança arranca, às 18:00 de dia 29 deste mês, com a realização de uma ‘masterclass’ técnica de dança clássica, coordenada por um bailarino da Companhia Nacional de Bailado (CNB), indicou a CDCE.

A iniciativa vai proporcionar “um momento de contacto único entre os participantes e os profissionais da companhia”, realçou.

A seguir, às 19:30, tem lugar um espetáculo de dança, que consiste num exercício de movimentos, coordenado pela coreógrafa Nélia Pinheiro, da CDCE.

O espetáculo “resulta do trabalho que os alunos da disciplina de dança Contemporânea da Escola de Formação CDCE têm desenvolvido nos últimos meses, nas aulas ‘online’”, indicou.

Na sua Black Box, a CDCE promove residências e o acolhimento de jovens criadores e de criadores emergentes do território nacional e local, ensaios abertos, oficinas ou espetáculos, entre outras atividades, dirigidas a crianças, jovens e adultos.

Além destas atividades principais, a CDCE acolhe também atividades complementares, como conversas entre criadores e público.

As atividades principais permitem a fruição dos públicos com diferentes linguagens artísticas” e “a experimentação”, enquanto “as atividades complementares permitem desenvolver o conhecimento, a reflexão”, resumiu.

Ambas “são entendidas enquanto incentivos, razões para a experimentação, investigação transdisciplinar e a formação sensibilização de públicos”, frisou a companhia.

Com uma programação regular de dança e cruzamentos disciplinares, a Black Box pretende criar “condições para que propostas de consumo artístico dinamizem culturalmente a cidade de Évora, promovendo a construção de uma dinâmica própria de atividade, que reforça a programação local, ao nível da oferta em artes performativas portuguesas”, argumentou.

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