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Helicópteros de emergência operam em pleno “dentro de poucas semanas”, garante INEM

Os quatro helicópteros de emergência médica, operados pela empresa maltesa Gulf Med, deverão estar a funcionar em pleno “dentro de poucas semanas”, anunciou hoje à Lusa o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

“Tendo em vista o cumprimento de todos os requisitos legais exigidos, prevê-se que a operação do SHEM [Serviço de Helicópteros de Emergência Médica], conforme previsto no concurso público internacional, ou seja, com quatro aeronaves 24 horas, tenha início dentro de poucas semanas”, indicou o INEM, numa resposta escrita.

A Gulf Med Aviation vai assegurar o serviço transporte aéreo de emergência até 2030.

De acordo com o INEM, o SHEM está atualmente a “operar com três helicópteros em regime de 12 horas diurnas, sediados em Macedo de Cavaleiros, Évora e Loulé”, dispositivo acrescido com o apoio da Força Aérea Portuguesa (FAP).

“O início da prestação de serviço pela nova empresa está a decorrer de forma gradual, de modo a garantir-se o cumprimento de todos os requisitos da legislação aeronáutica europeia, essencialmente relacionados com a segurança da operação”, lembra o instituto.

O INEM acrescenta que o serviço de transporte aéreo de emergência médica “apresenta uma evolução positiva quanto aos níveis de prontidão, agilidade e rapidez”.

O concurso público internacional foi lançado em novembro de 2024, tendo a decisão final de adjudicação à Gulf Med sido anunciada em março deste ano, prevendo a operação de quatro helicópteros que ficarão nas bases do INEM de Macedo de Cavaleiros, Viseu, Évora e Loulé entre julho de 2025 e o final de 2030.

O investimento nos quatro helicópteros Airbus H145 foi de 40 milhões de euros e pretende também desenvolver a formação de pilotos portugueses e criar uma organização de formação certificada em Portugal.

O transporte de emergência médica tem sido garantido por quatro helicópteros da FAP, disponíveis 24 horas por dia, uma operação transitória, e três aparelhos da empresa Gulf Med, que apenas operam durante o dia. A transição decorre desde 01 de julho e deverá terminar em 31 de setembro.

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