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Mercados agricolas: Alentejo com cotações estáveis nos suínos, mas leitão regista quebra semanal

As cotações dos suínos no Alentejo mantiveram-se estáveis na semana de 19 a 25 de janeiro de 2026, segundo o Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA). A exceção foi o segmento do leitão até 12 quilogramas, que registou uma descida nas cotações mínima e mais frequente.

As cotações dos suínos no Alentejo mantiveram-se estáveis na semana de 19 a 25 de janeiro de 2026, segundo o Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA). A exceção foi o segmento do leitão até 12 quilogramas, que registou uma descida nas cotações mínima e mais frequente.

De acordo com os dados divulgados, os preços do porco classe E e do porco classe S, à entrada do matadouro, não sofreram alterações na região alentejana, acompanhando a tendência de estabilidade verificada noutras zonas do país. Também o leitão entre os 19 e os 25 quilogramas manteve todas as cotações.

Já o leitão com peso igual ou inferior a 12 quilogramas apresentou uma redução da cotação mínima em 0,25 euros por quilograma e da cotação mais frequente em 0,17 euros por quilograma, mantendo-se, no entanto, o valor máximo.

Contexto nacional e europeu

A nível nacional, o SIMA indica a manutenção das cotações médias do porco classe E e S, bem como do leitão entre 19 e 25 quilogramas, registando-se apenas uma ligeira subida de 0,02 euros por quilograma no leitão até 12 quilogramas. No Alentejo, esta evolução não se refletiu, com o segmento a apresentar uma tendência inversa.

No contexto europeu, Portugal continua a apresentar preços médios do porco classe E e S abaixo da média da União Europeia, embora com variações semanais moderadas. Os dados mais recentes apontam para um aumento homólogo dos abates aprovados para consumo em território nacional, incluindo nos porcos de engorda e nos reprodutores, o que pode influenciar a evolução do mercado nos próximos meses.

Produção com peso no Alentejo

O Alentejo mantém-se como uma das regiões com maior peso na produção suinícola nacional, quer ao nível da engorda, quer na criação de leitões, sendo particularmente sensível a oscilações nos preços à produção. A estabilidade registada nos principais segmentos é acompanhada com atenção pelos produtores, num contexto marcado pelo aumento dos custos e pela evolução do comércio internacional de carne de suíno.

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