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«O objetivo é trazer mais gente aos territórios e dinamizar a economia local», diz presidente da AMPV

O presidente da AMPV afirmou que a Cidade Europeia do Vinho 2026 deve promover os territórios vinhateiros, os produtores e o enoturismo no Baixo Alentejo.

A distinção do Baixo Alentejo como Cidade Europeia do Vinho 2026 deve contribuir para promover os territórios vinhateiros, valorizar os produtores e reforçar a atratividade da região. A ideia foi defendida pelo presidente da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), Luís Encarnação, durante a gala de abertura realizada em Beja.

Na intervenção, o responsável manifestou a expectativa de que a distinção represente um ano marcante para a região. «Esperamos que hoje seja o início de um grande ano para o Baixo Alentejo», afirmou.

Promoção dos territórios vinhateiros

Segundo Luís Encarnação, a atribuição do título europeu enquadra-se nos objetivos da Associação de Municípios Portugueses do Vinho e da Rede Europeia das Cidades do Vinho, entidades que promovem a iniciativa.

«Este ano de 2026 vai cumprir aquilo que é o desígnio desta distinção: promover os territórios vinhateiros, promover o enoturismo e promover o trabalho dos produtores de vinho», afirmou.

Para o presidente da AMPV, o reconhecimento constitui também uma oportunidade para reforçar a notoriedade da região no contexto nacional e europeu.

Impacto no turismo e na economia local

Durante a intervenção, Luís Encarnação destacou que a Cidade Europeia do Vinho poderá contribuir para atrair visitantes e dinamizar a economia local.

«O objetivo é trazer mais gente aos territórios e dinamizar a economia local», afirmou, acrescentando que a iniciativa poderá beneficiar os municípios envolvidos na candidatura.

O responsável considerou ainda que o título europeu deverá reforçar a projeção do Baixo Alentejo enquanto região vitivinícola.

Reconhecimento da vitivinicultura portuguesa

Luís Encarnação sublinhou que a distinção representa também uma oportunidade para promover o setor vitivinícola português.

«No final, quem sai vencedor são os vinhos de Portugal, os nossos vinhos e os nossos produtores», afirmou.

A Cidade Europeia do Vinho 2026 envolve os 13 municípios da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo e prevê a realização de diversas iniciativas ao longo do ano dedicadas à promoção do vinho, do património e do enoturismo na região.

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