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Plano Municipal de Ação Climática de Campo Maior avança: «Temos metas a atingir»

A Câmara Municipal de Campo Maior, em parceria com a empresa Get2C, deu início à elaboração do Plano Municipal de Ação Climática (PMAC).

Um plano «obrigatório do ponto de vista da gestão e dos desafios políticos», mas também estratégico para a política municipal», segundo Luís Rosinha, presidente do município, em declarações a’ODigital.

«As alterações climáticas representam, hoje, uma das maiores ameaças ao equilíbrio ambiental, social e económico a nível global, e Campo Maior não é exceção», acrescentou o autarca.

Este documento pretende fornecer «uma análise do estado atual do município e traçando um plano de ação sustentável para o futuro».

Desta forma, o PMAC vai definir as «medidas específicas em setores chave» da sociedade campomaiorense, colocando em prática «ações concretas e mensuráveis para reduzir as emissões e aumentar a resiliência da nossa comunidade face aos impactos climáticos».

«Temos metas a atingir do ponto de vista ao nível das alterações climáticas e tudo aquilo que rodeia as alterações climáticas», complementou o presidente.

Luís Rosinha definiu que este plano «vai cruzar uma série de matérias que, cada vez mais, daqui para a frente, nos vão obrigar a estar preparados».

Uma iniciativa «muito interessante» e que inicia agora o seu «caminho», que, de acordo com o edil, vai passar por envolver a população numa «participação ativa» e que, «no futuro», poderá dar «ferramentas importantes».

Em relação à população, o município vai «dando conhecimento, pouco a pouco, daquilo que vai ser o plano» e estará a ser preparado um questionário para «muito em breve».

Há também uma ligação com a indústria e «com aquilo que eles podem estar efetivamente a produzir ou não ao nível do carbono».

«Não é uma questão de andar aqui à procura de alguma coisa que não esteja bem feita. Todos nós vamos ter obrigações do ponto de vista daquilo que são as metas para 2030 e para 2050», destacou ainda o presidente.

Um caminho que Luís Rosinha pretende que seja «em conjunto», enquanto «vamos tirando algumas decisões».

«A questão fundamental é contribuirmos, em conjunto, para um nível de vida, para uma qualidade ambiental muito melhor no concelho em que habitamos e em que trabalhamos», concluiu.

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